domingo, 24 de maio de 2015

O amadurecimento Materno aos meus olhos...

Postado por Caroll Maturana em domingo, maio 24, 2015

Lembro bem da minha 1ª gestação...parto normal não estava em meu vocabulário.
Na 2ª, até poderia estar, mas não fazia tanta questão assim, e de certa forma fiquei aliviada quando tive a notícia de que seria uma cesariana pelo fato do cordão estar enrolado no pescoço (o que hoje sei que não é nenhum empecilho para o parto normal acontecer).
O 3º eu queria muito o parto normal. Até por ser minha última gestação, e eu, como mulher, queria muito saber a sensação de parir um filho de forma natural. Infelizmente não aconteceu. Meu parto foi realizado com 35 semanas de gestação, em uma emergência, com a bolsa já sem líquido e a Allice já  em sofrimento.
Se tivesse uma 4ª gestação, com certeza já estaria preparada para essa e outras situações, já estaria informada para saber se seria possível mesmo assim ter um parto normal ou se realmente a cesárea seria a única opção.
O amadurecimento materno independe de idade. Ser mãe pela 2ª , 3ª como no meu caso ou 5ª vez, como no caso da minha mãe, é ter a chance de acertar o que julga ter errado anteriormente.
Não que eu, como marinheira de 3ª viagem, não cometa erros, mas já fico atenta às situações que já aconteceram e tento fazer diferente, se julgo que não foi legal, mas às vezes, sem sucesso.
Aliás, das 3 princesinhas que tenho, a que tenho curtido mais é a última.
Vejo as mamães de 1ª viagem desesperadas, postando no facebook que não comem, não dormem, não tomam banho...lembro bem como era (e olha que tive ajuda da minha mãe com a 1ª filha), e posso dizer que isso melhora na 2ª e quase não existe na 3ª.
Tá vai, existe sim (é difícil um banho de mais de 5 minutos se a Allice estiver acordada), mas eu sinto menos, mesmo me doando mais intensamente nessa terceira maternidade.
Acho que pegamos as manhas, o jeito de fazer ou de não fazer para resolver algumas coisas, sabemos se deu certo assim ou assado e temos a chance de fazer diferente, o que não resolveu.
Nenhum bebê é igual. O comportamento, as cólicas, o sono, o apego...é tudo diferente do outro.
Uma mãe de primeira viagem curte menos o filho, porque está cheia de dúvidas, preocupações, aflições por não saber como agir, o que fazer, a quem ouvir. No final das contas você descobre que não tem que ouvir ninguém, às vezes nem o pediatra!
Não pense que uma mãe de terceira viagem como eu, tira de letra porque já sabe tudo, porque têm situações que passo com a Allice, que não passei com a Marcella, e teve situações com a Marcella, que não passei com a Bia. Mas o amadurecimento materno nos auxilia a passar pelos obstáculos com mais calma, mais serenidade.
O que uma mãe de primeira viagem me relata como o maior de seus problemas me faz pensar: "Mas ela não sabia que seria assim?". E não, não sabemos até ter um filho.
A partir do segundo já sabemos o que esperar (e mesmo assim esquecemos de alguns detalhes), já sabemos como acertar, ou como não errar novamente, e eu, marinheira de terceira viagem me vejo muito mais serena com 3 do que muitas mães de primeira viagem com seu único filho.
Lembro que com minha primeira filha, eu ficava ansiosa para ela crescer, pois achava que quanto maior mais fácil era. Hoje, mais madura, fico aflita por elas crescerem rápido demais!
Pra ser sincera o que nos atrapalha é o medo de errar. E nós, mães, agimos na maioria das vezes, com o coração e quando a razão fala mais alto, damos conta que fizemos tudo errado, por mais que você tenha dado o melhor de si!
Dia de vacina pra mim é um tormento. Por mim não levaria jamais minha filha para levar agulhadas e ficar com dor, febre e outras reações que as vacinas podem ter. Talvez, levar para tomar vacina seja uma das poucas coisas que fazemos com a razão e deixamos o coração de lado.
Vejo um amadurecimento em mim também relacionado à alimentação. Uma preocupação maior, com o que é saudável para ela ou não, mesmo que as vovós e titias falem que as crianças de 1900 e lá vai bolinhas comiam e nunca morreram (sim, você vai ouvir muito isso!).
Quando somos marinheiras de primeira viagem ouvimos muito as vovós e titias, por acharmos que elas têm experiência e sabem o que é melhor para seu filho. Não! Você é quem sabe o que é melhor para o seu filho, e o amadurecimento materno te mostra isso! Você vai dar mais valor às suas experiências, aos seus acertos, e vai parar de ouvir um pouco as pessoas. Você se conhece, conhece seu filho, conhece seu corpo, e começa a dar menos importâcia aos conselhos ou críticas.
Acho que de tudo o que o amadurecimento materno nos beneficia, isso é o melhor! Você pára de ouvir conselhos alheios, pára de mimimi e começa a ter firmeza em suas decisões, opções e escolhas. Tenho certeza que você está lembrando o que fez ou faz com seu primeiro filho que foi ou é contra o que você desejava ou deseja, mas por terem dito a você que é a melhor coisa, você, com medo de fazer errado, e muito insegura acaba por aceitar e fazer do jeito que te aconselharam (já fiz muito!).
Não que as pessoas não queiram o melhor para você ou para o seu filho (até porque normalmente quem dá pitaco é algúem próximo), mas elas não estão no seu lugar, não sabem exatamente como acontece, e cada experiência e criança é diferente da outra.
Como mãe de terceira viagem me sinto mais completa, mais entregue, mais segura do que faço ou falo com minhas filhas. Me sinto mais segura do que quero para elas, da educação que quero que elas tenham, e o que eu não quero que elas façam!
Por isso acho que toda mulher deveria ter  pelo menos o segundo filho! Sem medo, sem paranóias, sem insegurança, fazendo o que VOCÊ acha melhor e não o que acham pra você.
A maturidade materna vem com a experiência dos SEUS problemas e de SUAS situações e quanto mais maduras, mais queremos perfeição e menos pitacos alheios são aceitos!

terça-feira, 19 de maio de 2015

O inverno e suas Ites...

Postado por Caroll Maturana em terça-feira, maio 19, 2015 0 Comentários. Junte-se!

Essas últimas semanas foram bem corridas, por isso o meu sumiço por aqui.
O frio chegou e junto com ele todas as doenças possíveis terminadas em "ites".
Aposto que tem muitos pequenininhos aí com Bronquite, Sinusite, Rinite, Laringite, Amidalite e tudo com Ite que você possa pensar!
Por falar em Sinusite, é ela quem nos assombra desde sábado!
Na sexta a noite, a minha mais velha teve uma febre, e no sábado pela manhã acordou com secreção com sangue.
A mamãe aqui, que já se preocupava com dengue, ficou ainda mais desesperada e correu para o pronto socorro da cidade vizinha, já que o da minha cidade não está valendo nada ultimamente, pois sempre que levo as meninas lá, saio com diagnóstico equivocado.
Como ia no hospital de todo jeito, pois não ia esperar até segunda-feira para saber o que a Bia tinha, resolvi levar a Marcella também (5 anos) pois estava numa tosse noturna há 1 semana e já tinha esgotado o vidro de xarope e nada de melhorar.
Graças a Deus, dei a sorte de encontrar uma boa médica de plantão e logo pediu raio x das duas com suspeita de sinusite. Bingo!!
A mais velha, que teve febre, que tinha secreção com sangue (e isso ela explicou que é um dos sintomas de sinusite) estava com uma bela sinusite, e mais nova, que estava apenas com uma tosse noturna, pasmem: está com uma sinusite crônica e foi encaminhada para o Otorrino para um acompanhamento mais profundo, a fim de saber se há necessidade de uma cirurgia.
Por aqui estamos com uma farmácia: antibiótico, anti-inflamatório, anti-alérgico, spray nasal...
E por que eu estou relatando tudo isso?
Para alertar as mamães daqui, que não é frescura levar seu filho no médico porque ele passou uma noite tossindo, ou porque deu febre apenas por uma noite e ela foi embora, ou porque a secreção do nariz do seu filho está clarinha e pode ser um mero resfriado.
Se a minha mais velha não tivesse tido febre e sangue na secreção nasal, eu jamais descobriria a sinusite crônica na Marcella, que estava apenas com uma tosse, que julguei ser de resfriado pela mudança de tempo!
Não escute os mais velhos que mandam dar chá daquilo ou mel com limão, pois pode não ser uma gripe e sim uma doença de inverno, terminada em Ite, que vai te fazer perder noites de sono e nenhum xarope, ou nenhum chazinho vai dar jeito!
Trouxe para vocês algumas dessas chatas doenças de inverno para que fiquem atentos a qualquer sintoma e levem seus pequenos ao pediatra logo no primeiro sintoma:

As sinusites são o resultado de inflamação nos seios da face, ou seios paranasais. Um processo inflamatório nessa região, muitas vezes provocado por uma gripe, pode obstruir os orifícios que comunicam os seios da face com a cavidade nasal. Isso pode reter as secreções mucosas nas cavidades ósseas e provocar a infecção por agentes, como vírus ou bactérias, provocando crises de sinusite. As manifestações mais comuns são: dor de cabeça, na região frontal ou maxilar (ao lado do nariz) que pode até ser confundida com dor nos dentes superiores, sensação de peso na face, congestão nasal e secreção espessa, às vezes amarelada ou esverdeada. Pode haver secreção, como se fosse um pigarro, e mesmo mau hálito. A sinusite também não deve ser subestimada, pois pode provocar complicações como crises de asma e infecções pulmonares.

As laringites, ou inflamações da laringe, podem causar dor, mas a rouquidão é a queixa mais comum, independentemente da causa da inflamação. Podem ser agudas ou crônicas, com causas diversas, muitas vezes infecciosas, mas também outros fatores podem estar em jogo, como o refluxo de secreções do estômago, ou a inspiração de substâncias tóxicas. Especialmente nas crianças, podem ocasionar uma evolução rápida, com dificuldade para a respiração. Um desses processos é a chamada epiglotite, que atinge principalmente crianças pequenas, com respiração ruidosa e febre alta, necessitando atendimento em caráter de urgência. Outra manifestação corresponde às laringotraqueítes agudas, relacionadas com infecção viral, que podem se complicar com infecção bacteriana, e que comprometem laringe e traqueia, atingindo principalmente crianças menores de cinco anos. O tabagismo é um dos fatores importantes no agravamento do quadro, em especial de crianças expostas à fumaça de cigarro.

As amidalites são infecções que acometem as amídalas. Além das conhecidas amídalas, ao lado da garganta, existem também as amídalas linguais, que ficam na base da língua, e a adenoide, que fica por trás da faringe, na posição do fundo do nariz. Estes "aglomerados" de um tecido especial, chamado linfoide, são bastante desenvolvidos nas crianças e produzem anticorpos com função de proteger de infecções. A maior parte das amidalites é causada por vírus e estes podem facilitar a instalação de infecções bacterianas. Os sintomas podem ser importantes, como febre, às vezes alta, dor de garganta, mau hálito e mal estar. É comum haver dor nos gânglios, embaixo da garganta. O tratamento adequado das amidalites, especialmente quando causadas por bactérias, é extremamente importante. Muitas vezes, o uso correto de antibióticos pode evitar a chamada febre reumática e complicações cardíacas futuras.

As rinites têm íntima relação com o ambiente e forma de vida da pessoa. Manifestam-se por espirros, coriza líquida e transparente, congestão ou obstrução nasal e coceira persistente que pode ser referida também nos olhos, ouvidos e no céu da boca. A causa principal da rinite é alérgica. Afeta cerca de 20% da população. 



Vamos ficar de olho, para que nossos pequenos tenham um inverno bem longe das Ites!
Após 3 dias de remédios minhas meninas estão bem melhor. Sem febre, sem dor de cabeça, sem secreção com sangue e dormindo tranquilas. 
Hoje já retornaram às aulas e estão serelepes como sempre!
E aí na sua casa? Seu pequeno já sofre com as Ites do inverno?

domingo, 10 de maio de 2015

Depois que me tornei Mãe...

Postado por Caroll Maturana em domingo, maio 10, 2015 2 Comentários. Junte-se!


Depois que me tornei mãe descobri um sentido pra vida. Aliás, descobri minha vocação, principalmente quando parei de trabalhar e comecei a me dedicar exclusivamente a maternidade.
Por alguns anos, a dúvida que trazia comigo desde que era criança, parou de me assombrar:  "_O que eu quero ser quando crescer?" 
"_Mãe!".


E não pense que essa decisão de ser exclusivamente mãe é um mar de rosas! As pessoas me olham torto, com preconceito. A começar por ter sido mãe as 17. Depois por ter sido mãe novamente aos 20 e principalmente por ter escolhido ser mãe de 3 aos 25. Me acham maluca, tem gente que pensa que sou uma pobre coitada cheia de filhos. A verdade é que hoje essa coisa da mulher lutar por direitos iguais e por sua independência, fazem da mulher que decide dar uma pausa nos estudos e nacarreira para ser mãe em tempo integral uma pobre coitada! Sorte a nossa de não estar nem aí para isso! 


Minha mãe vive compartilhando matérias sobre concursos públicos e vestibular na minha timeline do facebook. Ela, que desde nova aprendeu a trabalhar para sustentar seus filhos, já que era divorciada (e quem recebe pensão sabe que não dá pra nada), não se acostuma com a idéia de ter sua filha em casa, cuidando dos filhos, casa e marido.
Já me perguntou umas 3 vezes: "_E um dia, se o seu marido te der um pé na bunda? O que você vai ser?"
Aí, com toda a paciência do mundo (e bufando por dentro) respondo que continuarei a ser mãe, mas não com toda a dedicação que posso ter hoje.
Mas é difícil ela entender que se posso e gosto de me dedicar a maternidade em tempo integral, vou fazê-lo assim!


Depois que me tornei mãe, aprendi a colocar minhas filhas sempre em 1º lugar. Há quem diga que isso é errado, que um dia elas vão crescer, sair de casa, e me deixar sozinha, sem estudo, sem carreira. Mas eu acho que o dia em que saírem de casa, vou deitar tranquila sabendo que dediquei anos da minha vida ensinando o que sei de melhor e corrigindo erros e defeitos que nem aprendi a consertar em mim.
Depois que me tornei mãe passei a ter medo de montanha-russa, e de tudo que ache arriscado na vida.
Passei a não me importar se perdi o show do meu cantor preferido, ou se já não posso encher a cara quando sinto aquela vontade de tomar um porre até apagar.


Depois que me tornei mãe aprendi a lidar com as olheiras. Lembro do comentário da minha melhor amiga em uma das minhas primeiras fotos com minha mais velha: "_Nossa, como você está com cara de mãe!". E aí fui comparar minhas fotos semanas antes com a tal foto da cara de mãe, e descobri que tinha sido contemplada com um belo par de olheiras, mas o sorriso, cansado, era o mais feliz e sincero de toda a minha vida!
Depois que me tornei mãe, aprendi o que nenhuma aula de Ciências ensina: Que meu coração pode sim bater fora do peito, e ainda se divide em 3! E pode se dividir em 5, como no caso da minha mãe!
Depois que me tornei mãe foi que aprendi o que é amar verdadeiramente!
Nesse dia das Mães, quero parabenizar a todas as Mamães, integral ou não, com olheiras ou não.
Quero parabenizar pela força, coragem, garra, paciência, amor!


Um domingo de muitas alegrias a todas! 

terça-feira, 5 de maio de 2015

Mães têm memória seletiva sim!

Postado por Caroll Maturana em terça-feira, maio 05, 2015 2 Comentários. Junte-se!


Outro dia li em algum lugar (e infelizmente não consigo recordar onde foi), que nós, mães, temos memória seletiva!
Sim, porque apagamos todo o lado díficil de ser mãe e só lembramos dos bons acontecimentos!
A começar pela gravidez! Quando engravidamos do 2º, ou 3º, não lembramos dos enjôos, ou da pressão baixa, ou alta, dependendo da gestante. Não lembramos sequer dos apertos que passamos na rua quando nossa bexiga enche (e isso é a coisa mais fácil do mundo para uma gestante) e não tem nenhum banheirinho para nos aliviar!
Esquecemos por exemplo, das noites de sono que perdemos nos primeiros 3 meses (e nunca mais conseguimos repô-las), e os gritos de cólicas que muitas vezes ecoam em nossos ouvidos meses após essa fase passar.
Quando pensamos em ser mãe de 2ª viagem, esquecemos o quanto nos privamos com um bebê e o quanto essa dependência deles nos fazem dependente de outra pessoa. Sim pois ou você leva seu bebê para todo lugar que vai (inclusive ao ginecologista) ou depende de alguém para ficar com ele. Outro dia fui ao endócrino e carreguei minha mãe junto para ficar com a Allice enquanto eu entrava no consultório. Tenho que retornar em 30 dias e já avisei a médica que na próxima consulta vou ter companhia de uma bebê pois não quero depender da minha mãe ou de outra pessoa sempre que for consultar.
Uma das coisas que esqueci completamente, é da pilha de roupas para passar, que vou acumulando até não ter outro jeito a não ser enfrentá-la.
Esquecemos também que na hora de dormir o bebê vai querer seu colo, e se você quiser tomar um banho, ou toma banho após ele dormir ou toma um banho de 2 minutos enquanto seu marido segura o bebê na porta do banheiro para ele ver que você está por perto, mas mesmo assim, após o 1º minuto ele vai chorar!
Por falar em marido, esquecemos que quando a coisa aperta, na verdade, muito antes de apertar, seu marido vai falar: "Toma, ele quer você!".
Sim, o bebê pode ter sede, fome, estar com a fralda cheia, mas para o seu marido ele sempre está chorando porque quer você!
Por falar em fralda cheia, que mamãe nunca ganhou uma bela fralda cheia logo após as refeições? Brinco aqui em casa que essa é minha sobremesa!
Esquecemos também que no 1º dia na escola você sofre mais que seu filho. Se ele chora, você sofre porque ele está chorando, se ele não chora, você sofre porque acha que é a pior mãe do mundo por seu filho nem se importar de ficar sem você. E apesar de contar os minutos para ele ir para a escola para você conseguir cumprir seus compromissos, você vai ficar contando o tempo que falta para eles retornarem para casa porque está tudo muito silencioso e chato.
Por falar em compromissos, nos esquecemos do quanto é difícil cumpri-los. E se você é compulsiva por limpeza vai pirar porque ou você deixa sua casa impecável e vira zumbi, ou você aproveita o momento que o bebê dorme para relaxar também!
Se você gosta de sempre terminar o que começou, prepare-se para fazer isso a noite, depois que o bebê dormir. Porque durante o dia, você começará a fazer um monte de coisas, mas terminar...aí já é complicado!
Sua trilha sonora vai ser Galinha Pintadinha, mas confesso que prefiro Palavra Cantada!
Aliás, se tiver um evento musical da Galinha Pintadinha em sua cidade você vai correr para comprar o ingresso e vai entrar na fila, eufórica para tirar foto, enquanto seu filho, de 3 meses nem entende o que está acontecendo!
E se depois de ler tudo isso você ainda se pergunta porquê você fica, como eu fiquei, 2 anos tentando engravidar do 3º filho, eu te respondo:
Porque nós, mães, temos memória seletiva! Nós esquecemos de tudo isso que acabei de citar e mais um pouco, porque as coisas boas que vivemos são muito maiores do que toda a dificuldade que passamos!
E se por escrito essas situações que mencionei parecem um terror, na prática não é bem assim! Vivenciamos isso diariamente, com um sorriso no rosto e apaixonada por nossos bebês!
E não pense que filho depois que cresce não dá trabalho, porque sou mãe de uma mocinha de 8 anos, já bem independente, mas as dificuldades são outras...
E se me perguntassem se eu faria tudo de novo, faria sim!
E se me perguntassem se teria mais...juro que se ganhar na mega sena, começo tudo de novo!
 

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