domingo, 18 de outubro de 2015

Dica do Dia: Aluguel de Brinquedos

Postado por Caroll Maturana em domingo, outubro 18, 2015 0 Comentários. Junte-se!
Nesse final de semana, uma coisa me chamou a atenção enquanto eu estava conferindo o instagram: vi uma foto de algum perfil materno (pois sigo vários), mostrando um brinquedo e dizia que era alugado.
Gente, eu juro que não conhecia esse tipo de serviço e por isso resolvi trazer para as mamães e papais que ainda não conhecem!
Claro que fui logo investigar o perfil que ela marcou como locatário: Brinquedo e Brincadeira e conheci o site: www.brinquedoebrincadeira.com.br.


Trata-se de uma empresa que tem uma variedade enooorme de brinquedos, acessórios, berços, cadeiras, carrinhos de bebê e outros para bebês de 0 a +2 anos. Cada brinquedo tem uma pontuação, e você escolhe o plano mensal por pontos (quanto mais pontos, maior o valor) e escolhe o(s) produtos que deseja alugar naquela semana, ou mês (você não precisa usar todos os pontos de uma só vez).
Os produtos escolhidos são testados, higienizados, embalados e entregues em até 5 dias úteis! Eles entregam e retiram os produtos sem cobrar frete e já com pilhas/baterias inclusas.
O aluguel é mensal e pode ser renovado ilimitadamente.

O mais legal disso tudo são os preços! Os pacotes vão de R$75,00 a R$195,00. O pacote mais caro que te dá direito a 800 pontos custa R$195,00 e você entrar no site para ver a pontuação dos brinquedos vai ver que com 800 pontos você monta um playground na sua casa!
Tá, mais aí você pode pensar: ah, mas prefiro comprar porque aí é meu! Genteeee, o aluguel de brinquedos para bebê é muitooo compensador, porque eles se desenvolvem muitoooo rápido e cada fase é um brinquedo diferente. Às vezes nem terminamos de pagar um brinquedo que compramos parcelado por ter um valor alto, e o bebê já nem usa mais. Cada mês é um novo estágio, um novo modo de estimular e sem dúvidas compensa demais alugar por 1 ou 2 meses, pois quando compramos, depois desse período o brinquedo já é posto de lado.

Eu queria muito muito muito poder alugar coisas super legais pra Allice (e lá tem muita coisa legal), mas, infelizmente ainda não somos atendidos aqui no ES (eles são de SP).
Não sei dizer se eles atendem apenas o estado de SP, então vale a pena dar uma conferida no site. Na aba "PLANOS", tem um quadrinho para colocarmos o CEP e verificar a disponibilidade do serviço.
E fico na torcida para que criem muitas empresas deste tipo em outros estados, principalmente aqui no ES.
Se já existe e eu desconheço, peço que deixem aqui nos comentários o site ou contato, por favor! Será de grande utilidade e posterei lá na página do blog no facebook para papais e mamães de outros estados conhecerem!

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

#allicefez1

Postado por Caroll Maturana em quinta-feira, setembro 17, 2015 0 Comentários. Junte-se!
Primeiro quero me desculpar pelo sumiço aqui no blog!
Quem é "Mãe festeira" sabe da correria que é a última semana que antecipa a festa! Após o dia da festa, passamos um perrengue com Allice e sua sinusite, mas isso é assunto para outro post. Hoje, aproveitando que ela dormiu e finalmente estou tranquila após descobrir o que ela realmente tem, e estar medicando-a corretamente, tive cabeça para contar tudooo sobre a festinha de 1 ano de minha pequena.
A festinha da Allice foi no terraço de nossa casa. Queria uma festa bonita, mas pequena, apenas para a família que pudesse vir (a maioria é do RJ), e amigos próximos.
Como queria uma festa bonita, contratei uma decoradora para fazer de acordo com o tema que escolhi: "Alice no Pais das Maravilhas".
Esse tema não foi fácil. A própria decoradora nunca havia feito, e precisou produzir os enfeites de mesa e de chão.







Os enfeites da mesa dos convidados, quem produziu foi meu marido, em EVA e na hora da festa não lembrei de tirar fotos deles, mas, tinha aqui o primeiro, que foi o teste, tirei foto hoje para mostrar para vocês. Os dos convidados não tinham dois adesivos em cima, pois ele conseguiu fazer uma tampa de um lado, e só fechamos com adesivo o outro lado para facilitar a abertura do chapéu que dentro, tinha balas de coco.

Usamos os mesmos papéis de bala para fazer os cabelos, e nos inspiramos no Johnny Depp e seus cabelos laranja:


O bolo primeiramente pensei em fazer de pasta americana, mas após o 1º orçamento já desisti, pois saia quase o valor que pretendia gastar com todos os comes e bebes. E por sorte, um dia no facebook, vi um anúncio de uma moça de minha cidade que aluga maquetes de bolo em EVA. Ela também não tinha o bolo pronto nesse tema e acabei por escolher o modelo que eu queria alugar. Isso me gerou muita ansiedade, porque escolhi o modelo em uma foto de pasta americana, e fiquei com muito medo de não sair igual, mas para a minha sorte (e dela também, rsrs) saiu bem como eu queria!


Os pirulitos de chocolate, marshmallow no palito, potinhos de confetes, tubetes e marmitinhas com doces, foram todos produzidos pela mamãe aqui. Está explicado meu sumiço da semana passada, né?!


Os docinhos, salgadinhos, bolo de corte, encomendei em um buffet que já conhecia e gosto muito aqui em minha cidade. O molho do cachorro quente foi feito pela Dinda Morjana, madrinha da minha filha, e ficou maravilhoso!
Fiz também uns pirulitos de biscoito de maisena com recheio de doce de leite que peguei no facebook, na página "Mãe que faz Festa". Fiz uma cobertura de chocolate e granulados coloridos. Ficaram uma graça (confesso que pensei que ficariam mais bonitos kkkkk), mas acho que foram aprovados, pois nem sobraram para que eu tirasse fotos para vocês!


A roupinha da Allice foi produzida por uma artesã de minha cidade (Ateliê Muié de Bobs). Comprei o body branco e levei para ela personalizar e ficou exatamente como eu queria!

Crédito da foto: Ateliê Muié de Bobs
E a saia, de filó foi feita pelo Papai, que viu alguns vídeos de como produzir essa saia, sem precisar costurar!



A festinha começou as 18h e logo que percebi que Allice estava com sono, cantamos parabéns.
Se vale a pena? Valeu super a pena! Acho que temos que fazer a festinha dentro de nossas possibilidades, e da maneira que acharmos melhor.
Nossa noite foi cheia de alegrias, encontros com amigos e familiares e muito amor!



Espero que inspire as mamães das Alices, pois percebi que esse tema é pouquíssimo procurado, e dá para ter muitas idéias bacanas com ele, e fazer uma festa linda! A nossa será inesquecível!













segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Allice na creche...

Postado por Caroll Maturana em segunda-feira, setembro 07, 2015 0 Comentários. Junte-se!
Não gosto muito desse termo: creche. Prefiro e sempre falo "escolinha"! Sim, porque quando escolhi a creche da Allice, uma das condições é que ela não estaria afastada de mim apenas para eu executar minhas tarefas, mas queria tarefas para ela também! Atividades motoras e mentais para auxiliar o seu desenvolvimento.
Quando a Allice nasceu, pensei em fazer tudo diferente, afinal, é, ou pelo menos deve ser, a minha última filha. Pensei em uma amamentação exclusiva e duradoura, o que infelizmente não tive sucesso, e pensei em colocá-la na escolinha apenas aos dois anos. O que esqueci é que no momento que nos tornamos mãe de 2ª ou 3ª viagem, esquecemos todas as lutas, os conflitos internos e das próprias necessidades e imaginamos uma maternidade tranqüila e proveitosa. Proveitosa posso dizer que tem sido, aliás, nesses últimos anos que parei de trabalhar fora, o que tenho feito de melhor é aproveitar e acompanhar minhas pequenas. Mas tranquila...ah, aí é outra história!
Bia e Marcella foram para a escolinha aos 8 meses. Bia porque comecei a trabalhar, então a deixava meio período com a babá e meio período na escola. Marcella eu coloquei aos 8 meses não por necessidade e sim por escolha, já que eu já não trabalhava fora. Escolhi colocá-la cedo pelo exemplo de desenvolvimento rápido e tranqüilidade em iniciar a Beatriz na escola. Coloquei a Marcellinha sem culpa na creche e aliviada. Mas com a Allice tem sido bem diferente. A verdade é que eu queria ser mãe mais vezes! Gosto da gestação, do parto, dos primeiros dias, meses, e encarar que acabou isso tudo, que a última a me proporcionar essas alegrias será a Allice, me faz querer aproveitar todos
esses momentos o máximo que eu puder. Porém, quando Allice completou 11 meses, cheguei a conclusão que não dava mais. Eu tinha chegado ao meu limite, estava exausta! Sabe quando você quer provar para si mesmo que agüenta carregar o mundo nas costas, mas o fardo está pesado demais, e você não quer dar o braço a torcer?! Nos mudamos para uma casa bem maior que o apartamento que morávamos, eu precisava cuidar da casa, que me exige mais tempo para a deixar limpa, e precisava também cuidar de mim, mas ao mesmo tempo precisava vigiar Allice o tempo todo, que começava a engatinhar e querer mexer em tudo o que tinha vontade, mas que no colo não conseguia! 
Após decidir que havia chegado o momento, começamos a busca por uma boa escola, pois queria deixá-la sem culpa, ficar tranqüila sabendo que ela estava bem cuidada. Primeiro busquei em meu bairro, mas não achei nenhuma escola grande que aceitasse crianças abaixo de 2 anos, achei apenas creche, dessas que entulham as crianças no mesmo ambiente, independente de idade, e elas ficam ali, esperando os pais voltarem do trabalho para buscá-las. Não tinha atividades para desenvolvimento motor, nem salinhas separadas por idade, e realmente se fosse para deixá-la assim, preferia ficar com ela em casa, pois não trabalho fora.
Então comecei a procurar um bom lugar nos bairros vizinhos. O primeiro lugar que escolhi foi no bairro que morava antes da mudança para a casa. Já havia pensado naquela escola para a Allice e fui disposta a fazer a matrícula naquele mesmo dia. Tenho amigas que têm filhos que estudam nessa escolinha, que sempre falam muito bem. Porém, tudo mudou quando visitei a salinha que ela iria ficar. Tudo muito lindo, você se apaixona, mas o tratamento que tive das cuidadoras, as pessoas que ficariam com a Allice no meu lugar não foi muito agradável. Mal me cumprimentaram, não foram simpáticas, não mostraram interesse pela minha filha. Mesmo assim, cheguei a deixar isso pra lá, talvez tenha sido apenas uma impressão. Porém, a primeira impressão é a que fica né?! Visitei mais uma escola naquele dia e não gostei. Fui para casa disposta a voltar no dia seguinte e fazer a matrícula, mesmo tendo tido uma má impressão na recepção da primeira escolha.
Não sei o que me deu, mas no dia seguinte, resolvi que antes de matricular a Allice, eu iria em outro bairro conhecer outras escolas. A primeira foi agradável, mas a última, foi aquela que eu decidi que seria "A escola" da Allice ainda na recepção que tive no portão. Além de ter me sentido em casa, fui bem recebida, como disse, desde o portão da escola. Quando conheci a salinha da turma de até 1 ano e meio, Allice já se juntou com as crianças por interesse das cuidadoras e permaneceu ali enquanto eu conhecia o restante da escola e fazia a matrícula na secretaria.

Segundo dia de aula. Primeiro dia de uniforme!

Agora, tenho a tarde livre, são 4 horinhas que me deixam quebrando a cabeça para saber o que farei primeiro, afinal foram 11 meses e não 11 dias e preciso correr atrás do tempo perdido.
É uma correria louca pois deixo Bia e Marcella na escola, e vou para outro bairro deixar Allice. De lá, costumo resolver tudo o que preciso na rua para, se der tempo, vir fazer as tarefas da casa.
 Allice chega no portão da escola se jogando para os braços da "tia" que a recebe. Na hora que vou buscá-la é difícil ela se jogar para o meu colo. Apesar de ficar decepcionada (que mãe não fica né?!), fico completamente aliviada, pois vejo que fiz a escolha certa.
Lá ela tem aulas de música e atividades para coordenação motora. Começou a tomar suco de frutas, coisa que em casa ela não faz (mas isso é assunto para outro post) e agora deu pra se jogar no colo de todo mundo, esquecendo de mim por alguns instantes. Com isso, consigo ter mais tranquilidade com minhas tarefas não só enquanto ela está na escola, mas com ela em casa também, pois o grude comigo diminuiu bastante. Antes da escola eu não podia nem levantar para ir ao banheiro sem ouví-la chorando ou tendo que carregá-la para perto de mim.


Não me arrependo da escolha, porque sei que fiz no tempo certo, no lugar certo e como o meu coração mandou!
Não faltaram críticas negativas, ou perguntas como: "já???". Fiz até um desabafo em meu facebook pessoal pois cada um sabe de suas necessidades!
Então, se você é Mamãe e vive o mesmo dilema que eu vivi, faça o que o SEU coração mandar, no tempo que VOCÊ achar melhor, no local que VOCÊ escolher! Não permita que pessoas mandem na criação de seus filhos, ou que te julguem pelas suas escolhas, pois cada mãe sabe exatamente o que passa, o que necessita e o melhor para seus filhos! Permita-se!!

domingo, 6 de setembro de 2015

Retorno ao blog

Postado por Caroll Maturana em domingo, setembro 06, 2015 2 Comentários. Junte-se!
Olá!! Que delícia estar de volta!!
Esperei alguns meses, meses esses de muitas boas mudanças, muita correria e muitas novidades para trazer para vocês!
Dentre as novidades, as mais importantes foram mudança residencial, Allice na escola e o aniversário de 1 ano! Por falar nele, essa semana, justo a que escolhi para retornar aqui (e talvez seja para combater minha ansiedade), será super movimentada com os preparativos da festinha de 1 ano e quero mostrar tudo para vocês! =D
Outra novidade, essa é daqui do blog: em breve teremos sorteio! =D
Minha passagem por aqui é rápida, apenas para anunciar o meu retorno! Espero que tenham gostado e voltem a acompanhar esse cantinho que estava abandonado! Já vou tratar de tirar as teias de aranha daqui!
Deixo uma foto atualizada da minha baby, pois o tempo passa rápido para eles!

Até logo!

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Testei: App Mãeguru

Postado por Caroll Maturana em sexta-feira, junho 05, 2015 2 Comentários. Junte-se!

Quem me acompanha no instagram do blog (aqui) ficou sabendo que eu estava testando o App Mãeguru. Disponível para Android e IOS, o aplicativo promete uma interação virtual para as mamães e futuras mamães (o app é exclusivamente para mulheres) de todos os cantos para compartilhar dicas, experiências, e tirar dúvidas desde a gestação.
Isso seria maravilhoso! Alías tudo o que é virtual me encanta, e poder interagir com mães sem sair de casa é tudo o que essa blogueira necessita!
Seria maravilhoso, se não tivesse me decepcionado logo na primeira semana de uso do aplicativo. O que puder ver foram dúvidas e mais dúvidas dos mais variados assuntos. Até aí tudo bem, o aplicativo também é para isso. O problema é que são dúvidas absurdas! No início eu respirava fundo e até respondia com intuito de ajudar aquela mamãe que não tinha idéia nem de como acontece a fecundação...mas comecei a me deparar com respostas mais absurdas ainda e uma série de discussões com direito a ofensas e agressividade gratuita.
E o que era para ser agradável passa a ser desesperador. Sim, porque eu fiquei apavorada com algumas perguntas e fiquei com o coração na mão em pensar como uma pessoa com certas dúvidas é capaz de cuidar de um bebê,
Talvez seria melhor se o aplicativo tivesse um profissional responsável que tirasse a dúvida dessas mães que precisam saber o básico do básico de como cuidar de um bebê, pois achei a forma como funciona extremamente irresponsável, pois até auto medicação está rolando por lá.
Espero realmente que tenha um controle de tudo que é postado, pois é uma ótima ferramenta, mas que está sendo mal utilizada!
E você? Já usou o aplicativo? Compartilha da mesma opnião? Conte pra nós!!






quinta-feira, 4 de junho de 2015

O 8º mês...

Postado por Caroll Maturana em quinta-feira, junho 04, 2015 0 Comentários. Junte-se!

Se teve um mês que teve acontecimentos, foi o 8º mês da Allice.
Foi no 8º mês que ela começou a se arrastar, e se esconder principalmente debaixo de mesas e cadeiras, nesse mesmo mês foi que ela começou a engatinhar, coisa que pensei que ela nem fosse fazer, pois enquanto ainda apenas se arrastava ela já estava ficando em pé no berço.


Nesse período também descobri que das três (mãe adora comparar os filhos), ela é a mais curiosa e a que mais gosta de mexer onde não deve! Sim, ela quer mexer em tudo!
Se teve um mês que fiquei exausta foi nesse 8º mês...fisicamente e psicologicamente.
Descobrimos no 8º mês o quanto Allice gosta de músicas que tenham som de bateria...e foi assim que ela aprendeu a bater palmas, mas só acontece quando escuta certas músicas, canto parabéns e as palmas não saem. #mamaefrustrada
Ainda no tema "aprendizados", Allice aprendeu a dar beijos, e me enche de beijos a todo momento, sem muita coordenação. Beija meu nariz, meu queijo (e morde), testa e baba minhas bochechas!
As noites no 8º mês não mudaram muito. Allice ainda acorda para tomar mamadeira, e posso contar nos dedos as noites que ela dormiu até pela manhã.
Mas a novidade do momento são os dentinhos, que deram o ar da graça finalmente (e vai ter post sobre eles). Estamos passando um certo perrengue com a alimentação, pois por ela, é única e exclusivamente de leite, comidinha só com muita distração! Espero que realmente seja por causa dos dentinhos.
Junto com os dentinhos, veio um forte resfriado, e descobrimos o poder do remédio fitoterápico (e isso é assunto para outro post), apesar de nosso pediatra não acreditar, mas não se opor.
Descobri também o poder de sono de um aparelho comum de nebulização! Estou até pensando em usar a noite (apenas com soro) mesmo depois que esse resfriado passar, para as noites em que ela luta contra o sono. Ligo o aparelho nebulizador e ela apaga! rsrs


O apego aqui está giganteeeee!! Consigo alguns minutos "longe" dela enquanto ela se distrai com as irmãs brincando, mas basta dar falta da mamãe para entrar em desespero. Casa? Esquece! Enquanto as mais velhas estão na escola (que era o momento que eu aproveitava para limpar a casa), eu e Allice ficamos sentadinhas no chão (coberto por um edredom) brincando na sala. Posso até usar o notebook (enquanto ela não resolve espancar o teclado), mas não posso de jeito algum levantar e não carregá-la junto comigo.
Aos 8 meses ela já sabe que quando abro a porta da sala é porque vamos sair de casa, e parece gostar da idéia, já que abre logo um sorrisão e sacode as perninhas quando passamos pela porta.
Agora que sabe engatinhar já não quer ficar no colo quando tem algo mais legal no chão. E nem sempre o mais legal é o que ela pode brincar. Chinelos por exemplo, temos que esconder todos, acho que ela pensa que é um mordedor tamanho GG.
Allice veio para me provar que pode sim ser menina e ser inquieta! Eu que sempre falei que adorava ser mãe de meninas pois os meninos são agitados demais...taí, Allice calou minha boca!
O pediatra vive me dando bronca quando comparo uma com a outra e eu evito muito fazer isso pois sei o quão é diferente uma criança da outra, mas é impossível não comparar a agitação da Allice às suas irmãs, e confesso que isso me dá um frio na barriga, pois sou bem rigorosa quanto a comportamento e já estou tentando moldar a Allice ao meu jeito, e isso é bem cansativo.


Nesse 8º mês, apesar do grande apego, ela aceitou passar mais tempo com o papai e até o deixou fazê-la dormir algumas noites enquanto a mamãe preparava a janta e o almoço do dia seguinte.
Comecei a observar também as pirracinhas, que já estão sendo cortadas pela raiz.
Estou ansiosa para levá-la ao Cine Materna desse mês e saber como ela vai reagir, pois não pudemos ir no mês passado e acho que ela já nem lembra da última vez que fomos.
Mas sabe...esse 8º mês, apesar de todo cansaço e descobertas foi um dos melhores meses desde que a Allice nasceu, e ele foi definitivo para minha decisão de não colocá-la na escolinha ainda. Quero muito curtir tudo de perto, 24 horas, o máximo que eu puder e aguentar!

domingo, 24 de maio de 2015

O amadurecimento Materno aos meus olhos...

Postado por Caroll Maturana em domingo, maio 24, 2015

Lembro bem da minha 1ª gestação...parto normal não estava em meu vocabulário.
Na 2ª, até poderia estar, mas não fazia tanta questão assim, e de certa forma fiquei aliviada quando tive a notícia de que seria uma cesariana pelo fato do cordão estar enrolado no pescoço (o que hoje sei que não é nenhum empecilho para o parto normal acontecer).
O 3º eu queria muito o parto normal. Até por ser minha última gestação, e eu, como mulher, queria muito saber a sensação de parir um filho de forma natural. Infelizmente não aconteceu. Meu parto foi realizado com 35 semanas de gestação, em uma emergência, com a bolsa já sem líquido e a Allice já  em sofrimento.
Se tivesse uma 4ª gestação, com certeza já estaria preparada para essa e outras situações, já estaria informada para saber se seria possível mesmo assim ter um parto normal ou se realmente a cesárea seria a única opção.
O amadurecimento materno independe de idade. Ser mãe pela 2ª , 3ª como no meu caso ou 5ª vez, como no caso da minha mãe, é ter a chance de acertar o que julga ter errado anteriormente.
Não que eu, como marinheira de 3ª viagem, não cometa erros, mas já fico atenta às situações que já aconteceram e tento fazer diferente, se julgo que não foi legal, mas às vezes, sem sucesso.
Aliás, das 3 princesinhas que tenho, a que tenho curtido mais é a última.
Vejo as mamães de 1ª viagem desesperadas, postando no facebook que não comem, não dormem, não tomam banho...lembro bem como era (e olha que tive ajuda da minha mãe com a 1ª filha), e posso dizer que isso melhora na 2ª e quase não existe na 3ª.
Tá vai, existe sim (é difícil um banho de mais de 5 minutos se a Allice estiver acordada), mas eu sinto menos, mesmo me doando mais intensamente nessa terceira maternidade.
Acho que pegamos as manhas, o jeito de fazer ou de não fazer para resolver algumas coisas, sabemos se deu certo assim ou assado e temos a chance de fazer diferente, o que não resolveu.
Nenhum bebê é igual. O comportamento, as cólicas, o sono, o apego...é tudo diferente do outro.
Uma mãe de primeira viagem curte menos o filho, porque está cheia de dúvidas, preocupações, aflições por não saber como agir, o que fazer, a quem ouvir. No final das contas você descobre que não tem que ouvir ninguém, às vezes nem o pediatra!
Não pense que uma mãe de terceira viagem como eu, tira de letra porque já sabe tudo, porque têm situações que passo com a Allice, que não passei com a Marcella, e teve situações com a Marcella, que não passei com a Bia. Mas o amadurecimento materno nos auxilia a passar pelos obstáculos com mais calma, mais serenidade.
O que uma mãe de primeira viagem me relata como o maior de seus problemas me faz pensar: "Mas ela não sabia que seria assim?". E não, não sabemos até ter um filho.
A partir do segundo já sabemos o que esperar (e mesmo assim esquecemos de alguns detalhes), já sabemos como acertar, ou como não errar novamente, e eu, marinheira de terceira viagem me vejo muito mais serena com 3 do que muitas mães de primeira viagem com seu único filho.
Lembro que com minha primeira filha, eu ficava ansiosa para ela crescer, pois achava que quanto maior mais fácil era. Hoje, mais madura, fico aflita por elas crescerem rápido demais!
Pra ser sincera o que nos atrapalha é o medo de errar. E nós, mães, agimos na maioria das vezes, com o coração e quando a razão fala mais alto, damos conta que fizemos tudo errado, por mais que você tenha dado o melhor de si!
Dia de vacina pra mim é um tormento. Por mim não levaria jamais minha filha para levar agulhadas e ficar com dor, febre e outras reações que as vacinas podem ter. Talvez, levar para tomar vacina seja uma das poucas coisas que fazemos com a razão e deixamos o coração de lado.
Vejo um amadurecimento em mim também relacionado à alimentação. Uma preocupação maior, com o que é saudável para ela ou não, mesmo que as vovós e titias falem que as crianças de 1900 e lá vai bolinhas comiam e nunca morreram (sim, você vai ouvir muito isso!).
Quando somos marinheiras de primeira viagem ouvimos muito as vovós e titias, por acharmos que elas têm experiência e sabem o que é melhor para seu filho. Não! Você é quem sabe o que é melhor para o seu filho, e o amadurecimento materno te mostra isso! Você vai dar mais valor às suas experiências, aos seus acertos, e vai parar de ouvir um pouco as pessoas. Você se conhece, conhece seu filho, conhece seu corpo, e começa a dar menos importâcia aos conselhos ou críticas.
Acho que de tudo o que o amadurecimento materno nos beneficia, isso é o melhor! Você pára de ouvir conselhos alheios, pára de mimimi e começa a ter firmeza em suas decisões, opções e escolhas. Tenho certeza que você está lembrando o que fez ou faz com seu primeiro filho que foi ou é contra o que você desejava ou deseja, mas por terem dito a você que é a melhor coisa, você, com medo de fazer errado, e muito insegura acaba por aceitar e fazer do jeito que te aconselharam (já fiz muito!).
Não que as pessoas não queiram o melhor para você ou para o seu filho (até porque normalmente quem dá pitaco é algúem próximo), mas elas não estão no seu lugar, não sabem exatamente como acontece, e cada experiência e criança é diferente da outra.
Como mãe de terceira viagem me sinto mais completa, mais entregue, mais segura do que faço ou falo com minhas filhas. Me sinto mais segura do que quero para elas, da educação que quero que elas tenham, e o que eu não quero que elas façam!
Por isso acho que toda mulher deveria ter  pelo menos o segundo filho! Sem medo, sem paranóias, sem insegurança, fazendo o que VOCÊ acha melhor e não o que acham pra você.
A maturidade materna vem com a experiência dos SEUS problemas e de SUAS situações e quanto mais maduras, mais queremos perfeição e menos pitacos alheios são aceitos!

terça-feira, 19 de maio de 2015

O inverno e suas Ites...

Postado por Caroll Maturana em terça-feira, maio 19, 2015 0 Comentários. Junte-se!

Essas últimas semanas foram bem corridas, por isso o meu sumiço por aqui.
O frio chegou e junto com ele todas as doenças possíveis terminadas em "ites".
Aposto que tem muitos pequenininhos aí com Bronquite, Sinusite, Rinite, Laringite, Amidalite e tudo com Ite que você possa pensar!
Por falar em Sinusite, é ela quem nos assombra desde sábado!
Na sexta a noite, a minha mais velha teve uma febre, e no sábado pela manhã acordou com secreção com sangue.
A mamãe aqui, que já se preocupava com dengue, ficou ainda mais desesperada e correu para o pronto socorro da cidade vizinha, já que o da minha cidade não está valendo nada ultimamente, pois sempre que levo as meninas lá, saio com diagnóstico equivocado.
Como ia no hospital de todo jeito, pois não ia esperar até segunda-feira para saber o que a Bia tinha, resolvi levar a Marcella também (5 anos) pois estava numa tosse noturna há 1 semana e já tinha esgotado o vidro de xarope e nada de melhorar.
Graças a Deus, dei a sorte de encontrar uma boa médica de plantão e logo pediu raio x das duas com suspeita de sinusite. Bingo!!
A mais velha, que teve febre, que tinha secreção com sangue (e isso ela explicou que é um dos sintomas de sinusite) estava com uma bela sinusite, e mais nova, que estava apenas com uma tosse noturna, pasmem: está com uma sinusite crônica e foi encaminhada para o Otorrino para um acompanhamento mais profundo, a fim de saber se há necessidade de uma cirurgia.
Por aqui estamos com uma farmácia: antibiótico, anti-inflamatório, anti-alérgico, spray nasal...
E por que eu estou relatando tudo isso?
Para alertar as mamães daqui, que não é frescura levar seu filho no médico porque ele passou uma noite tossindo, ou porque deu febre apenas por uma noite e ela foi embora, ou porque a secreção do nariz do seu filho está clarinha e pode ser um mero resfriado.
Se a minha mais velha não tivesse tido febre e sangue na secreção nasal, eu jamais descobriria a sinusite crônica na Marcella, que estava apenas com uma tosse, que julguei ser de resfriado pela mudança de tempo!
Não escute os mais velhos que mandam dar chá daquilo ou mel com limão, pois pode não ser uma gripe e sim uma doença de inverno, terminada em Ite, que vai te fazer perder noites de sono e nenhum xarope, ou nenhum chazinho vai dar jeito!
Trouxe para vocês algumas dessas chatas doenças de inverno para que fiquem atentos a qualquer sintoma e levem seus pequenos ao pediatra logo no primeiro sintoma:

As sinusites são o resultado de inflamação nos seios da face, ou seios paranasais. Um processo inflamatório nessa região, muitas vezes provocado por uma gripe, pode obstruir os orifícios que comunicam os seios da face com a cavidade nasal. Isso pode reter as secreções mucosas nas cavidades ósseas e provocar a infecção por agentes, como vírus ou bactérias, provocando crises de sinusite. As manifestações mais comuns são: dor de cabeça, na região frontal ou maxilar (ao lado do nariz) que pode até ser confundida com dor nos dentes superiores, sensação de peso na face, congestão nasal e secreção espessa, às vezes amarelada ou esverdeada. Pode haver secreção, como se fosse um pigarro, e mesmo mau hálito. A sinusite também não deve ser subestimada, pois pode provocar complicações como crises de asma e infecções pulmonares.

As laringites, ou inflamações da laringe, podem causar dor, mas a rouquidão é a queixa mais comum, independentemente da causa da inflamação. Podem ser agudas ou crônicas, com causas diversas, muitas vezes infecciosas, mas também outros fatores podem estar em jogo, como o refluxo de secreções do estômago, ou a inspiração de substâncias tóxicas. Especialmente nas crianças, podem ocasionar uma evolução rápida, com dificuldade para a respiração. Um desses processos é a chamada epiglotite, que atinge principalmente crianças pequenas, com respiração ruidosa e febre alta, necessitando atendimento em caráter de urgência. Outra manifestação corresponde às laringotraqueítes agudas, relacionadas com infecção viral, que podem se complicar com infecção bacteriana, e que comprometem laringe e traqueia, atingindo principalmente crianças menores de cinco anos. O tabagismo é um dos fatores importantes no agravamento do quadro, em especial de crianças expostas à fumaça de cigarro.

As amidalites são infecções que acometem as amídalas. Além das conhecidas amídalas, ao lado da garganta, existem também as amídalas linguais, que ficam na base da língua, e a adenoide, que fica por trás da faringe, na posição do fundo do nariz. Estes "aglomerados" de um tecido especial, chamado linfoide, são bastante desenvolvidos nas crianças e produzem anticorpos com função de proteger de infecções. A maior parte das amidalites é causada por vírus e estes podem facilitar a instalação de infecções bacterianas. Os sintomas podem ser importantes, como febre, às vezes alta, dor de garganta, mau hálito e mal estar. É comum haver dor nos gânglios, embaixo da garganta. O tratamento adequado das amidalites, especialmente quando causadas por bactérias, é extremamente importante. Muitas vezes, o uso correto de antibióticos pode evitar a chamada febre reumática e complicações cardíacas futuras.

As rinites têm íntima relação com o ambiente e forma de vida da pessoa. Manifestam-se por espirros, coriza líquida e transparente, congestão ou obstrução nasal e coceira persistente que pode ser referida também nos olhos, ouvidos e no céu da boca. A causa principal da rinite é alérgica. Afeta cerca de 20% da população. 



Vamos ficar de olho, para que nossos pequenos tenham um inverno bem longe das Ites!
Após 3 dias de remédios minhas meninas estão bem melhor. Sem febre, sem dor de cabeça, sem secreção com sangue e dormindo tranquilas. 
Hoje já retornaram às aulas e estão serelepes como sempre!
E aí na sua casa? Seu pequeno já sofre com as Ites do inverno?

domingo, 10 de maio de 2015

Depois que me tornei Mãe...

Postado por Caroll Maturana em domingo, maio 10, 2015 2 Comentários. Junte-se!


Depois que me tornei mãe descobri um sentido pra vida. Aliás, descobri minha vocação, principalmente quando parei de trabalhar e comecei a me dedicar exclusivamente a maternidade.
Por alguns anos, a dúvida que trazia comigo desde que era criança, parou de me assombrar:  "_O que eu quero ser quando crescer?" 
"_Mãe!".


E não pense que essa decisão de ser exclusivamente mãe é um mar de rosas! As pessoas me olham torto, com preconceito. A começar por ter sido mãe as 17. Depois por ter sido mãe novamente aos 20 e principalmente por ter escolhido ser mãe de 3 aos 25. Me acham maluca, tem gente que pensa que sou uma pobre coitada cheia de filhos. A verdade é que hoje essa coisa da mulher lutar por direitos iguais e por sua independência, fazem da mulher que decide dar uma pausa nos estudos e nacarreira para ser mãe em tempo integral uma pobre coitada! Sorte a nossa de não estar nem aí para isso! 


Minha mãe vive compartilhando matérias sobre concursos públicos e vestibular na minha timeline do facebook. Ela, que desde nova aprendeu a trabalhar para sustentar seus filhos, já que era divorciada (e quem recebe pensão sabe que não dá pra nada), não se acostuma com a idéia de ter sua filha em casa, cuidando dos filhos, casa e marido.
Já me perguntou umas 3 vezes: "_E um dia, se o seu marido te der um pé na bunda? O que você vai ser?"
Aí, com toda a paciência do mundo (e bufando por dentro) respondo que continuarei a ser mãe, mas não com toda a dedicação que posso ter hoje.
Mas é difícil ela entender que se posso e gosto de me dedicar a maternidade em tempo integral, vou fazê-lo assim!


Depois que me tornei mãe, aprendi a colocar minhas filhas sempre em 1º lugar. Há quem diga que isso é errado, que um dia elas vão crescer, sair de casa, e me deixar sozinha, sem estudo, sem carreira. Mas eu acho que o dia em que saírem de casa, vou deitar tranquila sabendo que dediquei anos da minha vida ensinando o que sei de melhor e corrigindo erros e defeitos que nem aprendi a consertar em mim.
Depois que me tornei mãe passei a ter medo de montanha-russa, e de tudo que ache arriscado na vida.
Passei a não me importar se perdi o show do meu cantor preferido, ou se já não posso encher a cara quando sinto aquela vontade de tomar um porre até apagar.


Depois que me tornei mãe aprendi a lidar com as olheiras. Lembro do comentário da minha melhor amiga em uma das minhas primeiras fotos com minha mais velha: "_Nossa, como você está com cara de mãe!". E aí fui comparar minhas fotos semanas antes com a tal foto da cara de mãe, e descobri que tinha sido contemplada com um belo par de olheiras, mas o sorriso, cansado, era o mais feliz e sincero de toda a minha vida!
Depois que me tornei mãe, aprendi o que nenhuma aula de Ciências ensina: Que meu coração pode sim bater fora do peito, e ainda se divide em 3! E pode se dividir em 5, como no caso da minha mãe!
Depois que me tornei mãe foi que aprendi o que é amar verdadeiramente!
Nesse dia das Mães, quero parabenizar a todas as Mamães, integral ou não, com olheiras ou não.
Quero parabenizar pela força, coragem, garra, paciência, amor!


Um domingo de muitas alegrias a todas! 

terça-feira, 5 de maio de 2015

Mães têm memória seletiva sim!

Postado por Caroll Maturana em terça-feira, maio 05, 2015 2 Comentários. Junte-se!


Outro dia li em algum lugar (e infelizmente não consigo recordar onde foi), que nós, mães, temos memória seletiva!
Sim, porque apagamos todo o lado díficil de ser mãe e só lembramos dos bons acontecimentos!
A começar pela gravidez! Quando engravidamos do 2º, ou 3º, não lembramos dos enjôos, ou da pressão baixa, ou alta, dependendo da gestante. Não lembramos sequer dos apertos que passamos na rua quando nossa bexiga enche (e isso é a coisa mais fácil do mundo para uma gestante) e não tem nenhum banheirinho para nos aliviar!
Esquecemos por exemplo, das noites de sono que perdemos nos primeiros 3 meses (e nunca mais conseguimos repô-las), e os gritos de cólicas que muitas vezes ecoam em nossos ouvidos meses após essa fase passar.
Quando pensamos em ser mãe de 2ª viagem, esquecemos o quanto nos privamos com um bebê e o quanto essa dependência deles nos fazem dependente de outra pessoa. Sim pois ou você leva seu bebê para todo lugar que vai (inclusive ao ginecologista) ou depende de alguém para ficar com ele. Outro dia fui ao endócrino e carreguei minha mãe junto para ficar com a Allice enquanto eu entrava no consultório. Tenho que retornar em 30 dias e já avisei a médica que na próxima consulta vou ter companhia de uma bebê pois não quero depender da minha mãe ou de outra pessoa sempre que for consultar.
Uma das coisas que esqueci completamente, é da pilha de roupas para passar, que vou acumulando até não ter outro jeito a não ser enfrentá-la.
Esquecemos também que na hora de dormir o bebê vai querer seu colo, e se você quiser tomar um banho, ou toma banho após ele dormir ou toma um banho de 2 minutos enquanto seu marido segura o bebê na porta do banheiro para ele ver que você está por perto, mas mesmo assim, após o 1º minuto ele vai chorar!
Por falar em marido, esquecemos que quando a coisa aperta, na verdade, muito antes de apertar, seu marido vai falar: "Toma, ele quer você!".
Sim, o bebê pode ter sede, fome, estar com a fralda cheia, mas para o seu marido ele sempre está chorando porque quer você!
Por falar em fralda cheia, que mamãe nunca ganhou uma bela fralda cheia logo após as refeições? Brinco aqui em casa que essa é minha sobremesa!
Esquecemos também que no 1º dia na escola você sofre mais que seu filho. Se ele chora, você sofre porque ele está chorando, se ele não chora, você sofre porque acha que é a pior mãe do mundo por seu filho nem se importar de ficar sem você. E apesar de contar os minutos para ele ir para a escola para você conseguir cumprir seus compromissos, você vai ficar contando o tempo que falta para eles retornarem para casa porque está tudo muito silencioso e chato.
Por falar em compromissos, nos esquecemos do quanto é difícil cumpri-los. E se você é compulsiva por limpeza vai pirar porque ou você deixa sua casa impecável e vira zumbi, ou você aproveita o momento que o bebê dorme para relaxar também!
Se você gosta de sempre terminar o que começou, prepare-se para fazer isso a noite, depois que o bebê dormir. Porque durante o dia, você começará a fazer um monte de coisas, mas terminar...aí já é complicado!
Sua trilha sonora vai ser Galinha Pintadinha, mas confesso que prefiro Palavra Cantada!
Aliás, se tiver um evento musical da Galinha Pintadinha em sua cidade você vai correr para comprar o ingresso e vai entrar na fila, eufórica para tirar foto, enquanto seu filho, de 3 meses nem entende o que está acontecendo!
E se depois de ler tudo isso você ainda se pergunta porquê você fica, como eu fiquei, 2 anos tentando engravidar do 3º filho, eu te respondo:
Porque nós, mães, temos memória seletiva! Nós esquecemos de tudo isso que acabei de citar e mais um pouco, porque as coisas boas que vivemos são muito maiores do que toda a dificuldade que passamos!
E se por escrito essas situações que mencionei parecem um terror, na prática não é bem assim! Vivenciamos isso diariamente, com um sorriso no rosto e apaixonada por nossos bebês!
E não pense que filho depois que cresce não dá trabalho, porque sou mãe de uma mocinha de 8 anos, já bem independente, mas as dificuldades são outras...
E se me perguntassem se eu faria tudo de novo, faria sim!
E se me perguntassem se teria mais...juro que se ganhar na mega sena, começo tudo de novo!

terça-feira, 28 de abril de 2015

Não, eu não consigo deixar minha filha chorar para dormir!

Postado por Caroll Maturana em terça-feira, abril 28, 2015 0 Comentários. Junte-se!

Desde que a Allice nasceu, ela acorda de 3 em 3 horas para mamar.
No ínicio isso era beeeem cansativo, mas como tudo na vida, nos adaptamos, e hoje nem sentimos mais cansaço, até porque, desde pequena, ela acorda, mama e dorme novamente, sozinha.
Diante dessa situação (são 7 meses e meio acordando de 3 em 3 horas nas madrugadas) já ouvi muitos conselhos do tipo: "Você precisa ler tal livro, ele ensina a fazer o bebê dormir sozinho!", "Você nunca leu sobre o método de deixar o bebê chorar até dormir para acabar com a manha?", "Tem um tempo que você pode deixá-lo chorando e ele aprende a não fazer pirraça", "Se fizer o método de deixar chorar, ele aprende a dormir a noite inteira!".
Gente, pára tudoooo!!!
Não quero de maneira nenhuma criticar as mães que utilizam ou utilizaram esse método, mas EU, Caroll Maturana, não consigo sequer imaginar coisas do tipo e quero desabafar meus motivos!
Primeiro, não quero que meu bebê durma sozinho! Quero acalentá-la em meu colo enquanto meus braços aguentam, quero olhar para seu rostinho bem de perto e ver o soninho sereno que ela tem. Quero deitar com ela na cama e fazer cafuné até ela dormir! Ela tem muitos anos para dormir sozinha! Se eu não fizer ela dormir agora, vou fazer com quantos anos?
Segundo, não acredito em manha de bebê! Bebê não sabe falar, como vou saber se é manha? Manha faz minha filha de 8 anos quando espalha os brinquedos e não quer catar!  Se o bebê chora é porque está inseguro e quer ter a mamãe por perto!
Gente, acho que essa questão de contar o tempo em que meu filho chora, pra mim não dá! Dói meus ouvidos, dói meu coração, eu começo a tremer, e não consigo fazer nada! Cada segundinho de choro é uma tortura para mim e para ela que está querendo a minha presença! Não sou capaz de controlar o tempo que vou deixar minha filha chorar porque não quero que ela chore nunca! Essa técnica nunca vai funcionar comigo pois não sou e nem tenho pretensão de ser capaz de ouví-la chorar e não a acudir!
Não, minhas filha não dormem a noite inteira! A de 5 anos ainda acorda na madrugada e pede para eu ir com ela beber água ou ir ao banheiro! A de 8 anos ainda tem pesadelos e me acorda no meio da noite pedindo para eu levá-la de volta até o quarto porque ela está com medo!
Portanto, não posso dizer que aqui em casa o sono da família é espetacular tomando-se como referência o desejo de todas as mães da face da Terra: domir 8 horas de sono, sem ser interrompida!
Mas eu não me importo, porque minha função como mãe é essa: estar presente sempre que elas precisarem!
Não sou capaz de ouvir o apelo de um filho e ignorar, mesmo que isso seja para "educar", de acordo com alguns especialistas!
Não quero julgar as famílias que tomaram a decisão de utilizar desse método, nem dizer que sou melhor ou pior por agir assim! Cada caso é um caso e cada um sabe de sua necessidade! Para mim, não é fácil acordar a cada 3 horas, mas se eu sou capaz de suportar, vou suportar por achar mais fácil eu compreender a necessidade dela acordar e querer estar comigo, do que ela compreender o motivo de eu não estar com ela quando ela quer! Ela passou 9 meses dentro de mim! Por que de uma hora pra outra ela tem que aprender a ficar longe quando EU quero?
No entanto, isso não quer dizer que ela não chore! Chora sim! No carro então, já aconteceu de chorar bastante e eu não ter como parar para acudir! Chora inclusive na hora de dormir, e se resolver iniciar uma batalha contra o sono o choro é intenso! Não é porque não a deixo chorando que não tem regras e nem horários! Allice dorme entre 19:30h até as 20h. As mais velhas podem dormir as 21:30h e não adianta fazer birra porque esse é o horário e temos que ter rotina!
Não deixar chorar não quer dizer que vou deixar fazer tudo o que querem, até porque aqui em casa pregamos que "é de pequeno que se aprende". Se aprende a respeitar, a conversar, a levar bronca quando precisa, a colocar no castigo para pensar no que fez de errado, a amar, e a chamar a mamãe sempre que precisar!
Portanto, não! Eu não consigo deixar minha filha chorar para dormir!

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Sessão Newborn - By Fotógrafa de Bebês

Postado por Caroll Maturana em quinta-feira, abril 23, 2015 2 Comentários. Junte-se!

Um dos grandes presentes que ganhamos foi a sessão Newborn, ou, como nossa fotográfa de bebês prefere chamar: "Sessão Boas Vindas".
Ainda durante a gestação, uma amiga fotógrafa, a Pris Soares, nos prometeu como presente para nossa pequena, uma sessão de fotos, que é feita logo na primeira semana de vida do bebê.
Já conhecia o trabalho da Pris, já curtia muito, mas não tinha noção de como eram feitas as fotos, e todo o trabalho que elas dão.


A Allice virou modelo aos 12 dias de vida, logo que recebeu alta da UTIN (conheça essa história aqui). O ideal era ser antes, mas como nossa pequena passou 9 dias internada, isso não pode acontecer.
A Pris veio até a nossa casa, com uma mala gigante e muitos acessórios. Transformou em minutos o quarto de nossas filhas mais velhas em um super estúdio fotográfico.
E isso, que eu achei que seria o mais difícil, foi o mais fácil, pois difícil era, fazer a Allice posar para as fotos e ficar na mesma pose, paradinha. Quanto antes fizer a sessão de fotos no recém nascido, mais fácil é, pois quanto mais novinho, mais molinho e mais dorminhoco. O tempo ideal é entre o 5º e no máximo até o 12º dia de vida. Mas, aos 12 dias de vida, mesmo prematura, Allice deu um pouco de trabalho, pois já estava bem "agitadinha". E foi aí, que o trabalho de uma grande profissional fez toda a diferença. A Pris ninava a Allice, embalando-a no colo, colocava música instrumental para bebê, e a posicionava com todo o carinho e cuidado do mundo para cada foto. Entre uma foto e outra, acontece trocas de acessórios, mantas, e a busca pelo melhor momento, por quem sabe (e aconteceu) um sorriso, mesmo que discreto.


Durante quase toda a sessão o bebê fica assim, como veio ao mundo, de bumbum de fora. E por isso o profissional tem que ser de total confiança. Além disso, a Pris me explicou que a cada sessão de fotos, todo o material utilizado, como mantas e roupinhas são lavados e esterilizados para garantir a saúde do bebê,
Por isso é muito importante saber como trabalha o profissional que irá tirar as fotos do seu bebê, se ele trabalha apenas com bebês, pois tem estúdios que trabalham fazendo sessão de fotos de animais de estimação também, e você acaba, sem saber, expondo, o seu recém nascido a um risco que não gostaria de expor.


A Pris, é especialista em fotografar bebês, mas também fotografa gestantes (Sessão Doce Espera) e olha que bacana: acompanha muitos bebês que pegou no colo assim, do tamanho da Allice nessas fotos, até seus primeiros anos de vida, fazendo fotos mensais, e até acompanhando seu 1º aniversário!


São muitos cliques até a foto perfeita, e olhando tudo pronto a gente não consegue imaginar o trabalho que dá para o profissional, porque é tudo tão lindo que parece ser simples. Muitas vezes ela colocava a Allice na pose pra foto e quando pegava a câmera para fotografar...a Allice mexia, ou chorava. E lá ia a Tia Pris ninar a pequena, para, com toda a paciência do mundo, colocá-la na pose novamente. E isso não era uma vez não, eram 2 ou 3 vezes para cada pose.


Depois que participei dessa tarde de trabalho, valorizei cada minutinho da profissional, porque tem que ter o dom da fotografia, o carinho e delicadeza para ninar e colocar o bebê no local para a foto sem acordá-lo e toda a paciência do mundo de fazer tudo de novo por várias vezes seguidas.


Depois que recebi o álbum pronto, fiquei me perguntando porque não fiz uma sessão dessa com a Beatriz e com a Marcella. Porque é a melhor lembrança que você pode ter do seu filho recém nascido. Poder olhar (e olho toda semana) seu filho do jeitinho que nasceu, a carinha dele como você viu pela primeira vez, em fotos lindas, que você pode tirar mil por dia (eu tiro) mas nenhuma vai ficar assim, é muitooo gostoso. Já dá saudade, acredita?
E já imagino Allice, aos 18 anos, com um namoradinho no sofá e eu tirando o álbum da gaveta e mostrando pro namorado, pro tio, pro primo, para as amigas da escola e para todos que vierem nos visitar! HAHAHAHAHA
Quero muito agradecer e parabenizar a Pris pelo excelente trabalho que fez com minha pequena, e pelos trabalhos que faz não só com os bebês, mas com as gestantes e as crianças! Uma pena que não deu tempo de fazer a minha Sessão Doce Espera, porque eu babo muito nas fotos das gestantes.
Quem quiser conhecer o trabalho da Pris, o site é: www.fotografadebebes.com.br.
A Pris também tem uma página no face para quem quiser acompanhar o trabalho dela. E é nessa página que sempre tem promoções, como a que está rolando até o final de Abril, com 30% de desconto em todas as sessões.
Se é para entregar seu filho, mesmo que por algumas horas, que seja na mão de um excelente profissional, e indico a Pris para todas as Mamães aqui do ES!



quarta-feira, 22 de abril de 2015

Larva Migrans - Bicho Geográfico

Postado por Caroll Maturana em quarta-feira, abril 22, 2015 1 Comentários. Junte-se!
Antes de iniciar o post de hoje, quero deixar bem claro aos amantes dos animais (eu também sou uma) que não estou aqui para criticar quem tem criança e animais, muito menos para falar aos pais que eles devem doar ou abandonar seus animais domésticos! Longe disso, por favor!!
Estou aqui para falar sobre o diagnóstico que tivemos da Allice, até porque publiquei nossa angústia da falta de diagnóstico na página do blog no face, e acho que devo no mínimo contar e alertar sobre o que aconteceu com nossa pequena!
Atualmente não temos animais domésticos em casa. Acho que 3 crianças já está de bom tamanho para a mamãe aqui cuidar e um animal acaba sendo mais uma criança, pois é assim que eles devem ser tratados. Nunca concordei com pediatra que abomina o contato do animal com a criança e acho que eles trazem muitos benefícios para nossos pequenos e eu sempre tive esse contato desde pequena com cão, gato, passarinho, tartaruga e sempre amei ter bicho.
Nesse final de semana fomos para a casa da minha avó, que tem uma cadela, da raça Basset Dachshund. O cãozinho da minha avó é tratado como uma criança. É bem cuidada, vacinada, vermifugada, limpa, se enrola no cobertor, e parece que acha que é gente de verdade.
Nesse final de semana a cadelinha nem estava em casa, e assim como faço em minha casa, coloquei um colchonete com lençol no chão limpo, para Allice ficar brincando, rolando e se arrastando. Passamos sábado, domingo e segunda bem tranquilos e na mesma rotina do colchão na sala. Até que na terça, em pleno feriado, Allice acorda com uma linha vermelha no pé, com uma bolha no meio. Em pleno feriado, o que me restou foi procurar um pronto socorro, já que o pediatra dela não estaria atendendo em seu consultório. A médica do pronto socorro já veio com um diagnóstico bem conhecido: virose, dessa vez, de nome: "Síndrome do Pé, Mão, Boca". Deixei o link para que todos possam conhecer a respeito dessa virose, pois fomos informados pelo nosso pediatra que realmente essa virose tem se espalhado em muitas crianças, então acho válido o alerta dela para os Papais e Mamães de plantão.
Ficamos na angústia da incerteza desse diagnóstico e segundo a médica o que nos restava era esperar, pois se fosse essa virose, mais bolhas iriam aparecer em nossa bebê.
Hoje, conseguimos levar nossa pequena no pediatra que escolhemos e confiamos para cuidar dela. E tivemos um diagnóstico que já tinha sido suposto pelo meu marido, que já teve: Bicho Geográfico, ou Larva Migrans.
Mas o que é isso? Como acontece? Como tratar?
Hoje, trouxe o diagnóstico de nossa pequena para alertar aos Papais e Mamães que têm cão e gato em casa, ou até mesmo em casa de parentes ou amigos próximos, como foi o nosso caso, pois a gente sempre acha que cuidado demais é frescura, ou que nunca vai acontecer com a gente, ou desconhecemos os perigos que esses bichinhos fofos podem trazer não só a saúde de nossos pequenos como à nossa saúde também,
O que é?
Afecção freqüente devido à penetração na derme de larvas do Ancylostoma Braziliensis, parasito normal do cão e do gato, e, eventualmente, do Ancylostoma Caninum. As regiões mais atingidas da pele são aquelas de maior contato com a areia ou terra poluída, principalmente os pés, pernas, coxas, nádegas, mãos e antebraços.
Como se desenvolve ou se adquire?
A infestação ocorre após contato com solo contaminado com as fezes de cães e gatos. Penetrando na pele, a larva desloca-se em um trajeto linear e sinuoso, causando uma erupção ligeiramente saliente, que apresenta, na porção terminal, uma pápula onde está localizada a larva.
O que se sente?
A sensação é de intensa coceira, principalmente à noite, causando falta de sono e nervosismo. Como complicação pode ocorrer infecção e eczematização, principalmente em casos de infestação maciça.
As larvas também eliminam substâncias tóxicas, que causam alergia e sintomas pulmonares, como tosse e falta de ar, parecendo um quadro de asma.
Como o médico faz o diagnóstico?
A diagnose é clínica, através das lesões na pele tipo linhas sinuosas com coceira insistente.
Como se trata?
Quando a infestação é intensa o tratamento é feito com albendazol ou tiabendazol ou ivermectina oral. Em casos de infestação mínima, com poucos sintomas, o tratamento é tópico com tiabendazol, sendo necessárias até duas semanas de tratamento para a cura.
Como se previne?
Para a prevenção é fundamental a proteção do corpo nas praias com calçados, esteiras, toalhas, etc. a fim de impedir o contato com a areia. Deve-se evitar áreas arenosas, sombreadas e úmidas, onde as larvas se desenvolvem. É aconselhada a proteção contra dejetos de cães e gatos em tanques de areia em parques e escolas. 
Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/dermatologia/dermatozoonoses-larva-migrans
Pé de um bebê com Larva Migrans. Imagem: Internet

Pé da Allice na terça de manhã, quando percebemos que tinha algo errado.

Agora vamos às explicações médicas que recebemos:
É obvio que a Allice não pisou em local com fezes. Mas, como acessamos o quintal e entramos em casa, às vezes esquecendo de retirar os chinelos, essas larvas podem pegar uma carona em nossos sapatos. As larvas podem vir a adentrar a casa também através das patas do próprio animal, que pode pisar no local contaminado. As larvas sobrevivem no ambiente por até 4 semanas, e como é microscópica, pode ficar escondida em qualquer lugar que seu animal tem acesso, como, em sofá, cama, tapetes. Então não adianta achar que passando pano todos os dias você pode evitar. Pode até amenizar a situação, visto que pode matar as larvas que estiverem no chão, mas se elas foram parar no sofá, no colchão, aí será meio impossível de combatê-las, já que não enxergamos a olho nu.
Podemos evitar a contaminação de nossos animais, evitando por exemplo levá-los a praia, pois a areia da praia é contaminada por cães e gatos de rua que não são vacinados e nem vermifugados. Além disso, fomos orientados a sempre sentar com as crianças para brincar na praia em local que a água do mar chega, pois a água salgada elimina a larva. Devemos andar na praia sempre de chinelo, e nunca sentar diretamente na areia seca. Devemos ficar atentos também à escola de nossos filhos. Não existe areia tratada! O risco de contaminação em areia de escola e parquinhos é o mesmo da praia. Ninguém trata a areia todos os dias, e os felinos tem o hábito de utilizar a areia para atender o chamado da natureza, rsrs. Como ningúem vai ficar 24 horas vigiando essa areia, e eles tem muita facilidade em pular muros, é bem provável que aquela areia tratada, não esteja tão limpa assim! 
O tratamento da Allice será a aplicação, 3 vezes ao dia de uma pomada parasiticida. Não temos tempo para o término do tratamento, vamos cessar só quando combatermos a larva. Por enquanto ainda não sofremos com a coceira, pois descobrimos bem cedo e já iniciamos o tratamento, mas o pediatra disse que isso coça muitoooo!! Como é impossível saber onde o ambiente está contaminado, a partir de agora Allice deverá ter todo cuidado na casa da vovó. Ficar apenas no carrinho dela, no berço camping e nós, adultos também corremos o risco de passar pela mesma situação.
Parece paranóia, mas ainda não consigo pensar em ficar tranquila em local que tem animal depois do que estamos passando. Imaginar que tem uma larva andando dentro do corpo de seu filho não é nada confortável, e hoje eu sei que cuidado não é frescura! Antes de tomarmos a decisão de ter um animal em casa, devemos saber de todos os riscos que corremos, e quando se trata de filho então, a avaliação tem que ser mais criteriosa ainda.
Agora é torcer para uma rápida recuperação, sem coceiras e inflamações.





terça-feira, 21 de abril de 2015

Eu Recomendo: Cine Materna

Postado por Caroll Maturana em terça-feira, abril 21, 2015 0 Comentários. Junte-se!

Uma das coisas que conheci nessa última gestação foi o Cine Materna e de cara me apaixonei!
Poder ir ao cinema com seu bebê sem dúvidas é um dos passeios mais gostosos que fiz com a Allice!
E aí quando contei que fui ao cinema com a Allice, que em nossa primeira ida estava com 5 meses, me perguntaram se ela gostou do filme! rsrs
Então descobri que muitaaaas mães e gestantes não conhecem esse projeto tão bacana e deu vontade de gritar aos 4 ventos o quão maravilhoso é o Cine Materna!
Vamos às apresentações e depois conto como foi minha experiência!


O CineMaterna é feito para quem?
O CineMaterna organiza sessões especiais de cinema para mães com bebês de até 18 meses. Papais e acompanhantes são sempre bem-vindos. Os filmes exibidos em geral são de temática adulta - portanto,entretenimento para mães e pais, mas em ambiente especialmente preparado para os bebês.
Seu bebê já não é mais tão bebê assim? Atenção à classificação indicativa do filme exibido: quanto mais o seu filhote se aproxima dos 18 meses, maiores as chances de ele entender trechos do que rola na telona.

Onde acontece?
As sessões acontecem em diversas cidades do Brasil. As datas dos encontros programados para todo o ano estão disponíveis aqui. Você também pode se cadastrar para receber avisos diretamente no seu e-mail, votar nos filmes que quer assistir e ficar por dentro das promoções.
Que tal?
Para participar do CineMaterna, basta ir ao cinema no dia e hora da sessão. Bebês não pagam ingresso. Já as entradas da mãe, pai e demais acompanhantes são vendidas pelo cinema parceiro. Normalmente não é preciso reservar lugares.

Como acontece?
Acolher com todo conforto é o compromisso do CineMaterna. Uma equipe de facilitadoras, também mães, está em todas as sessões para receber, conduzir e auxiliar as famílias em que precisarem.


Ajude a Escolher a Programação:

Ajude a escolher a programação: Para ajudar a escolher o filme que assistiremos, faça o seu cadastro e receba as nossas enquetes por email. Entram em enquete os filmes que passam pela triagem do crítico de cinema Christian Petermann, se estiverem em cartaz no cinema parceiro na data da nossa sessão. A versão dublada ou legendada depende do que estiver no cinema.
Mesmo que você não receba nossos e-mails, ainda assim pode votar nos seus filmes favoritos. Seu voto é recebido sempre de quinta-feira a domingo da semana que antecede a sessão.
Importante: há sessões em que não conseguimos o filme vencedor da enquete. São exceções, mas podem acontecer se o título já saiu de cartaz, se está em exibição apenas à noite, ou se o cinema (ainda) não o liberou para o CineMaterna. Nesse caso, saber quais as preferências do público é importante para ajudar a gente a decidir o que exibir.


Etiqueta durante as sessões:




O que achei?
Minha experiência com o Cine Materna foi a melhor possível! Primeiro porque o filme da minha estréia no cinema com a Allice foi um filme que esperei muitooo e votei para assistir: Cinquenta Tons de Cinza.
Organizadoras: Mães Voluntárias. Imagem: Divulgação
A recepção calorosa que tive logo que fui vista com Allice no carrinho, por uma organizadora (e que mais tarde vim a descobrir que todas são mães voluntárias), me conquistou de cara pois tem cara de evento voltado para a família mesmo! 
Logo no início do filme, Allice encheu a fralda, e lá foi a mamãe aqui para o trocador, que, apesar de ter feito uso de meu kit de higiene pessoal, tinha fraldas, pomada (eles tem parceria com a Bepantol) e lenços umidecidos (em parceria com a Natura, os lenços são Mamãe e Bebê).
Logo que me aproximei do trocador, lá veio uma mamãe voluntária com a lanterninha para me ajudar, e foi bem tranquilo e super natural, pois logo depois vi que isso acontece com muitas mamães e vi diversas mães na mesma situação que eu.
A Allice ficou super tranquila (ela é uma bebê tranquila), e no meio do filme mamou e dormiu. Mas, vi muitas mães cortarem um dobrado com seus bebês e até saírem por um instante ou definitivamente da sala, mas se eu fosse elas, tentaria mais algumas vezes pois acho que é apenas uma adaptação, pois o bebê deve estranhar aquele telão imenso e a sala escura.
A sala também conta com um tapete recreativo em frente ao telão, e brinquedos, para os bebês maiores se distraírem.
Realmente o som é bem suave aos ouvidos, e o ar tem a temperatura mais elevada, então não recomendo empacotarem seus bebês pois dificilmente eles vão sentir frio lá dentro.
Poder fazer o que normalmente não podíamos por muito tempo (a não ser que tenhamos alguém para ficar com nossos pequenos, e nosso coração de mãe acaba optando por não ir) é muito gostoso! Para quem, assim como eu, gosta de cinema então, é perfeito! E estar nesse programa maravilhoso com seu bebê é melhor ainda!



Imagem: Divulgação



Os filmes são sempre no período da tarde! Aqui no ES sempre por volta das 14h. Com isso meu marido não pode me acompanhar, mas por outro lado, como minhas mais velhas estudam a tarde, é o período certo para ir apenas eu e a Allice, já que não posso levar as maiores.
O preço do ingresso é o valor normal de sessão de cinema. Sendo que, no cinema do Shopping Vitória, aqui no ES, quem é cliente VIVO paga meia entrada.
Tive a informação que no Boulevard, em Vila Velha, as primeiras 20 mamães que chegarem para comprar o ingresso, tem cortesia.
Na semana passada teve o filme Cinderela, mas infelizmente não pude ir.
Já estou na espera do início da votação para o próximo filme, que será no início de Maio.
Acesse o site e verifique se tem Cine Materna em sua cidade, pois tem em todo o Brasil! Se tiver, recomendo muito, para as mamães e até gestantes irem conhecer, tenho certeza que vão amar! E lembrem-se: quanto antes começarem a levar o seu bebê, maior a adaptação deles com a sala!
 

Dica Materna Copyright © 2011 Design by Ipietoon Blogger Template | web hosting